ESCOLA SUSTENTÁVEL: Terapia da Aprendizagem Criativa e Pedagogia da Aprendizagem Criativa Sustentável

De volta nos estudos com a música, depois de muitas passagens em escolas de música, como a EMB, voltei a estudar música mas com a ideia voltada no som e na escrita do movimento criativo e sustentável, então criei a MPV( Música popular Verde), focada na temática dos elementos da natureza que pode estar relacionada as emoções, reconstrução, etc. E olha os instrumentos que irei estudar no decorrer da caminhada no link do menu no lado direito da página. 😉

Enfim, anos estudando a arte e nas férias de dezembro de 2025 surgiu a criação da Arteterapia da aprendizagem criativa e sustentável, algo que estou expandindo para outras áreas com a mesma vertente da Pedagogia da aprendizagem criativa e sustentável, como uma estrutura da governança. Agora, como escolhi a música, como alvo de estudo, a intenção era trabalhar a musicoterapia da aprendizagem Criativa e sustentável também, tanto como na biblioterapia, na arteterapia e na música também. Logo, logo publicarei mais trabalhos sobre esse universo e estrutura da escola sustentável. Os anos de leitura nessas áreas estão renascendo novamente.. Felicidade..

Uma nova escrita inovadora e inédita, parte da segunda edição do meu livro, baseada na nova governança educacional.

O link é: Nova Era : histórico da educação no mundo e no Brasil. 

Página Notícia Lilás e Sustentável: Aqui é o espaço dos projetos paralelos em construção.

Acesse: Notícia Lilás e Sustentável

Nota1: O projeto não acabou, vai continuar sempre.. pode vir qualquer coisa, como impedimento, mas a palavra desistência e acabou não existe no meu vocabulário!

Mensagem do dia! O projeto é A gosto de mim mesma .

Nota2: O projeto Escola Sustentável não está disponível para plágios(abordagem + protótipo), por ser da minha autoria e por estar em construção. Caso queira participar do projeto, entre em contato para participar do projeto, podendo fazer parcerias ou sendo voluntário para auxiliar no projeto. Ok? Aceitamos financiamentos, contribuições, etc hihihi

Será bem-vindo!

Como diz Mitchel: Faça a sua própria aventura 😉

Novidade no universo arte × terapia x educação.. Confira umas das séries “How do you feel?” exposta no site Singulart: https://www.singulart.com/en/artist/claudia-menezes-69621

Projeto “Como inserir o seu estudante ou paciente no universo da codificação, da robótica e da aprendizagem criativa? Codificação é uma competência da BNCC, que todo profissional ou estudante deverá desenvolver durante a sua trajetória escolar e profissional. E vamos no Scratch, robótica, etc, aprendendo de forma lúdica e divertida. Em breve, teremos novidades……….

Site sobre Terapia da Aprendizagem Criativa – TAC, criada pela psicóloga clínica e escolar, pedagoga, psicopedagoga e tecnóloga em Processamento de Dados.

Claudia Fernandes Nunes de Menezes

Finalmente, consegui participar de umas seleções de startups das Campus Party do Brasil. Eu fui selecionada na Campus Party do Piauí, no início do ano, mas como estava sem recursos para fazer um deslocamento caro, solicitei a mudança para o Campus Party de São Paulo ou Goiânia, então pela data mais ideal me jogaram para o Campus Party de Goiânia por ter gastos menores e maior proximidade em relação a Brasília. Então, essa foi a saga…

Seleção de startups, desde a ideação até a última fase, no Campus Party do Goiás. Aliás, todas as fases são importantes e todos grandes projetos passaram por todas essas fases. Nada nasce, sem refletir e construir conhecimento, fora isso, é plágio. Hoje o meu projeto está em construção e a minha startup foi selecionada para exposição. Uma experiência diferente e desafiadora que amei! Na época da seleção, o projeto era uma startup, mas hoje a marca é mantida e o projeto está em processo de mudanças. \○/ E estamos reescrevendo um novo mundo!

Tudo que vemos é uma codificação! Até como você vê o mundo é uma codificação. Até a forma como você interpreta o comportamento do outro tem codificação. 🙂

Durante todos esses anos, como você viu o mundo 🌎? Reflita!

Orgulhosa de ser menos de 1% do mundo e do Brasil a concorrer no BRICS com um projeto inovador e emergente, recebendo, em nome da BRICS Women’s Business Alliance, agradecimentos pela participação no BRICS Women’s Startups Contest, que foi realizado de 3 de junho a 18 de outubro de 2024. O Concurso tem como objetivo destacar e apoiar startups lideradas por mulheres nos países do BRICS. Tendo se tornado um dos principais eventos da Aliança Empresarial de Mulheres do BRICS durante a presidência russa do BRICS em 2024, o Concurso recebeu mais de 1.000 inscrições de 30 países e outros países. Gratidão por mais um reconhecimento! E vamos construindo.. \°/

Primeira brasileira e do mundo a construir uma governança dentro da rede educacional, focado na criatividade e na sustentabilidade.

Selecionada para participar na Startup 360° da CPGOIÁS4, depois de muita ralação. Campus Party:

Divulgação de startups e projetos.

Olá! Galerinha Criativa! Sumidinha com as minhas demandas, mas estou ligadinha nos hackathons. Esse é o meu terceiro Hackathon e outros torneios que participei também. Dia 12/11 a 14/11 serei mentora do Hackathon Impulso Regional.
Será apresentado 3 desafios e a equipe terá que fazer uma entrega, construindo uma ideação, protótipo e pitch!
Legal, não é?
Parece ser fácil?
Vamos conferir?
Pode não ser fácil, mas é uma ótima oportunidade da pessoa descobrir novas competências e habilidades para desenvolver durante o seu projeto ou outras atividades de seu interesse.

Colocando os neurônios da galera na brasa.. 😀

Brasília estimulando o Impulso..
Parabéns pela iniciativa do govbr, enap, etc..

Claudia Menezes
Psicóloga, pedagoga e tecnóloga em Processamento de Dados

Dia 5 e 6 foi dia de Space Challenge NASA

Para nós, o hackathon é muito mais do que um evento ou uma maratona de programação, é um ambiente transformador. Transforma pessoas, transforma vidas, transforma a sociedade! Somos um grupo formado por profissionais de várias áreas como programadores, designers, publicitários, administradores atuando em diversos tipos de negócios. Acima de tudo, somos um grupo de apaixonados por tecnologia e adoramos a inovação seja em qual for a área. Através da Comunidade Hackathon Brasil, queremos fomentar a inovação tecnológica e o empreendedorismo local, criando uma rede colaborativa entre empresas, universidades e órgãos públicos. Temos como objetivo, ajudar as empresas públicas ou privadas a introduzirem na sociedade produtos e serviços de qualidade com soluções que atendam as reais necessidades das pessoas. “Pense fora da caixa!”

https://www.spaceappschallenge.orghttps://www.hackathonbrasil.com.br

#nasa #spaceappchallenge

Emocionada pela oportunidade de fazer uma palestra sobre tudo o que mais AMO! Venha curtir a galera criativa! Além da palestra, vamos comemorar o Dia do Scratch? Confiram no post..🤓

Olá, galera criativa! Mais uma palestra da minha criação! Confira a divulgação no Instagram @gamacidadao – Região Administrativa que nasci :)* Obrigada pelo apoio da minha cidade! Hahaha

Flisol – Festival Latino Americano de instalação de software livre*, atualmente é o maior evento de divulgação de software livre da America Latina. Este evento é realizado, anualmente, de forma simultânea no quarto sábado do mês de abril em várias cidades de 19 países da America Latina, divulgando o software livre e a cultura de compartilhamento de conhecimento além de conectar pessoas ao tema. Neste ano, o local da realização do Flisol sera o Centro Universitário Estácio de Sá, em Taguatinga. Nascendo uma nova sociedade… A sociedade criativa!

https://globoplay.globo.com/v/12829376/
👆 Algumas publicações da nossa participação no FIC. Mais uma vez, muito obrigado a todos que organizaram e participaram desse evento! Foi muito importante para nós e para nossos alunos!
Escrita de uns integrantes do grupo!
Feliz por fazer parte de um grupo com valores e objetivos em comuns!
Sem apoio, sem família rica para investir, sem investimentos, sem grupos e tendo que conciliar mil atividades paralelas, sem acesso facilitado, além de pessoas dificultaram o processo de criação, aquela enrolação que sabemos que acontece no Brasil, machismo masculino e feminino, briga de ego, concorrência desleal, invasão de privacidade e roubo de tablet( passei mais de 6 meses para abrir um cnpj e ainda assim a pessoa errou uma letra, uns dos estresses kkkkkk, tem que aguentar gente difícil e que faz de tudo para atrapalhar a sua vida, daquele jeitinho!), diante de tudo isso, eu consegui criar esse lindo projeto e fechar várias ideias, programas, etc, em um só projeto complexo que envolve toda uma construção de valores, não somente algo digital! Meu orgulho! Meu xodó!
Enfim, cada um feliz em seus próprios projetos!
O respeito pela Invenção e a Criatividade, o respeito prli espaço alheio é uma dos valores da Robótica e da Aprendizagem Criativa! Acho muito importante implantar esses valores, para diminuir o alto índice de violência, assédio moral, bullying, depressão, suicídio, ansiedade, feminicidio, discriminação por ser diferente, etc..

Gratidão, com carinho, para GloboPlay! Precisamos de reconhecimento e de investimento também! Caso queira que eu apresente alguma palestra em sua escola ou instituição, entre em contato e estarei aberta para compartilhar as minhas ideias e fazer parcerias!

Startup selecionada! Uhuuu
Foram mais de 400 startups inscritas em menos de uma semana, um árduo trabalho de análise e verificação e estamos felizes em informar que sua startup foi selecionada para participar da trilha de formação em FUNDRAISING! Agradecemos pelo seu interesse e estamos ansiosos para iniciar esta jornada.Gratidão pelo apoio! Gratidão Deus por renascer diante do destino que tentaram definir na minha vida! Seguimos com a luta junto na fé de Deus!Continuando a luta para entregar serviços baseadas em valores, dedicação, conhecimento, respeito a educação e ao acesso para todos!
Claudia Menezes
Psicóloga, pedagoga e tecnóloga em Processamento de Dados : Altas habilidades

Altas habilidades

Título: Como identificar um estudante com altas habilidades de um estudante bem treinado pelos familiares e outros apoiadores?

1. Identificação e contexto

Nome do cursista: Claudia F. N. de Menezes

Escola/etapa de ensino/série/turma (preservando a identidade dos estudantes): SEEDF/ Primeiro Período do Ensino Infantil / Turma: D.

Breve caracterização do contexto escolar: Aluno do Primeiro Período do Ensino Infantil e outros pacientes adolescentes com esse quadro. O estudante estava situado em um contexto escolar de um bairro de alta classe de Brasília. A escola é muito bem equipada e com uma grande área de espaço livre e limpa, para desenvolver as suas habilidades e competências, apresentando um contexto mais silencioso a outras escolas. O horário das aulas era no período matutino. A sala de aula não é reduzida, tendo entre 20 a 26 alunos, com três crianças desfraldando.Justificativa da escolha do caso (por que esse estudante/turma/situação?) O aluno foi escolhido porque a criança apresentou vários comportamentos diferenciados de seus pares e no mundo atual. Ele foi aluno da Pré-escola do primeiro ano do Ensino Infantil em 2023, em uma sala que continha um grande quantitativo de alunos, entre 23 a 27 alunos.

2. Descrição do caso

Relato descritivo de um/a estudante, grupo ou situação que suscite reflexões sobre Altas Habilidades/Superdotação:

Segundo Rangni (2017), atualmente, as altas habilidades e a superdotação estão em fase de ameaça, devido a manipulação de informações e de contextos, além de concorrer com pessoas em treinamento, não apresentando tal perfil. As referências de altas habilidades estão sendo deturpadas por valores rasos, tal como influenciadores, que tem o grande poder de notoriedade social ou de pessoas que são copiadoras de informações, mas que tem um grande poder social de acesso. Outro fator que é uma ameaça para o grupo minoritário é o abafamento das capacidades dos estudantes com altas habilidades, para resolver questões de capacidades e de comportamento, para atender interesses pessoais de uns ou de certos grupos com maior poderio social, político ou econômico. Diante desse contexto, como qualquer outro grupo minoritário, é importante criar estratégias que protegem esses grupos que podem estar em processo de extinção e diluição, através de políticas adotadas em um país, tal como Brasil, que impedem de ter relacionamentos ou uma vida saudável.

Histórico escolar relevante, manifestações observadas (interesses, comportamentos, dificuldades enfrentadas, relação com os pares, com a escola, com os conteúdos etc.) A criança apresentou interesses diferenciados de outras crianças da sua idade, tanto comportamentais como intelectuais, mas era um criança muito silenciosa e introvertida, necessitando realizar intervenções para se expressar. Interesses: desenhar, pintar, ler, escrever e ouvir histórias.

Comportamentos: calmo, social, não tinha comportamento agressivo, introvertido e dócil. Dificuldades enfrentadas: dificuldade de se expressar e conversar com a professora e com os colegas. Era uma criança muito tímida. Relação com os pares: boa socialização, sem atritos, pois os colegas respeitavam o seu espaço e a sua singularidade. Com a escola: Gostava de estudar, não tinha queixa na realização de atividades ou com o ambiente escolar (colegas, comunidade escolar e professores).

Com os conteúdos: Ele era o único aluno que realizava todas atividades e tinha maior entendimento do que era solicitado. As suas atividades eram realizadas com capricho e tinha um diferencial na produção. Dados qualitativos observados no cotidiano (sem diagnósticos clínicos) Desenhos e atividades muito bem elaboradas, limpas e organizadas. É uma criança introvertida, uma característica muito comum nos superdotados e importante para a realização de atividade com mais engajamento, profundidade, entendimento, reflexão e elaboração como produto final. A maioria dos alunos realizam atividades com muita rapidez e com elaborações superficiais, devido a distração, falta de foco, falta de propósito e desinteresse, dando importância ao que não é relevante, como fofocas, conflitos, etc. O aluno era o único que já sabia escrever e ler sem auxílios, apresentando comportamento de independência. O aluno apresenta um comportamento diferenciado de outros alunos, tendo como características de ser mais maduro, colaborativo, empático, respeitoso pelo espaço alheio, além de ter mais entendimento das regras e do convívio social, sendo que a escola propiciava um bom contexto para o estudante manter esse comportamento (ambiente positivo, inclusiva e respeito a diversidade). Segundo a psicologia, um ambiente agressivo pode estimular a criança a desenvolver, temporariamente, comportamentos que não fazem parte do seu repertório até a criança ter o entendimento desse contexto para promover a mudança do seu comportamento de forma mais funcional. Diante desse contexto, era notado que a maioria dos alunos não apresentavam esses comportamentos, precisando de inúmeras repetições de orientações e combinados. O entendimento de regras e respeito eram muito bem aceitos e absorvidos sem apresentar problemas ou conflitos com a professora e com os estudantes. A criança tinha boas interações sociais com todos e com a comunidade escolar(professora e escola inclusiva), até com os agressivos, pois o contexto estava propício ao bom convívio, sendo que no Brasil, ocorre o boicote social para que eles não tenham espaço e notoriedade. Não tinha liderança altruísta, mas era uma criança altruísta. Tinha consciência de si próprio e do outro. Segundo os estudantes com altas habilidades/superdotação demonstram potencial elevado em qualquer uma das seguintes áreas, isoladas ou combinadas: intelectual, acadêmica, liderança, psicomotricidade e artes, além de apresentar grande criatividade, envolvimento na aprendizagem e realização de tarefas em áreas de seu interesse (Brasil, 2008, p. 11).

3. Análise reflexiva

Relação entre o caso e os conceitos estudados no curso (ex.: modelos teóricos, identificação, mitos, práticas pedagógicas, diferenciação curricular, interseccionalidade etc.). No modelo de três anéis, o aluno apresentou habilidades acima da média em relação aos outros alunos, tendo grande envolvimento e engajamento por horas em atividades solicitadas na sala de aula e criatividade nas atividades solicitadas.

Reflexão crítica sobre os desafios enfrentados pelo estudante e pela escola:

O desafio maior é a escola entender que cada criança superdotada não é boa em tudo, podendo desenvolver mais em algumas áreas a outras áreas, que talvez ele não goste. Outro desafio é a escola esconder os alunos que têm esse perfil, por questões políticas ou até questões pessoais (inveja, ciúmes, competição predadora), que não sabemos da dimensão da problemática. Outro desafio que o aluno pode enfrentar é sofrer a manipulação de acesso de informações, de reforços e até restrições de acesso aos seus pares, sendo explorado por grupos comuns para serem alvo de bullying ou para receberem diagnósticos e ser mais um na multidão para manter a exploração. Outro desafio é do estudante sofrer expulsões ou exclusões quando apresentarem alto desempenho, fora da normalidade, no ambiente escolar, lazer, familiar ou profissional. Outro desafio é o estudante sofrer o boicote social ou tratamento diferenciado. Quando o estudante sofre o boicote social, o estudante pode ser visto como algoz ou passar as suas atividades criadoras e criativas para terceiros, ao invés de serem vistos como pessoas que contribuem para o social. Outra problemática é o tratamento diferenciado, sendo que o estudante é mais cobrado do que outros alunos, como uma punição por ter mais facilidades, assim dificultando o seu processo de aprendizagem e de acesso, fazendo o estudante passar pelos mesmos processos de sofrimento e dificuldades que um aluno comum ou com diagnóstico, teria ao realizar tal atividade. É evidente que um aluno com altas habilidades, com estímulos saudáveis e de acordo com a sua personalidade e interesses, pode conseguir algo em menos tempo de estudo ou trabalho e sem grandes esforços. Segundo pesquisas, é visualizado que a maioria dos alunos passam muitas horas e anos sendo treinados e estudando um assunto, eles têm acesso de informações privilegiadas para ter acesso às melhores vagas de trabalho e universidades, mas quando adentram para o mercado de trabalho, tornam-se em profissionais comuns, que não desenvolvem algo diferenciado que possam mudar o seu ecossistema de forma impactante e com propósito, então, vivemos em uma sociedade que está mais interessada em cumprir o script que a sociedade determina para as pessoas viverem e aceitarem sem grandes questionamentos. Diante desse contexto, é visível que os estudantes com altas habilidades são punidos e excluídos dos seus meios por ter essa facilidade de aquisição de conhecimentos, ressaltando os alunos com mais dificuldades de adaptação comportamental ou de aprendizagem, assim adotam o discurso de:  Ele também consegue como você, a diferença é pouca! Você não é bom em tudo ou você não pode ter tudo!( Excesso de cobrança e foco nos pontos fracos). Ele se acha! Essas falas ditas pelo social são como uma humilhação para o público de altas habilidades, que ressaltam mais os alunos menos merecedores, mas muito bem treinados por promoverem a exclusão, excesso de cobrança, boicotes, tratamento diferenciado, etc.. Assim, esse contexto desmotivador incentiva um ambiente em que o bom aluno está errado e tem que sofrer mais e o aluno com menos competências e habilidades deve ser mais enaltecido com menos esforços e mais acessos, assim criamos uma cultura de privilégios, de menos esforço e de bullying. Hoje, a nova geração é chamada de geração mimimi ou geração nutella, que não sabe se frustrar, tendo inúmeras doenças psiquiátricas porque não sabem lidar com as próprias dificuldades, com a perda e com o sucesso do outro, necessitando de intervenções dos pais em todas atividades para ter um acesso mais facilitado, além de incentivar ataques sem éticas para excluir seus concorrentes, ao invés de promover a colaboração, o respeito pela propriedade intelectual do outro, a harmonia e a parceria.

Identificação de possibilidades e limites da prática docente diante do caso:

A prática docente não é estimulada para atender esse público, pois não tem treinamentos para todos. A questão política que limita a prática docente nas escolas. A seleção de professores para trabalhar com esse público é algo muito sério. É necessário selecionar profissionais que estejam interessados na evolução desse público e que saiba lidar com as diferenças excepcionais desses alunos, não levando para o lado pessoal que não atendam questões políticas de terceiros, como vingança, concorrência ( inveja de terceiros, familiares, ex, etc), promova limites para o estudante ficar desmotivado, incentive o uso medicação para entorpecer o aluno e deixar o aluno mais lento, misture o pessoal com o escolar, necessitando de profissionais neutro e equilibrados, pois muitos agem sem ética para atender questões políticas e até familiares de terceiros.

Considerações sobre políticas públicas, encaminhamentos e responsabilidades institucionais

No momento atual, o Brasil quase não tem políticas públicas e muitos recorrem a outros órgãos fora do país para serem reconhecidos e conseguirem ter uma vida normal. Os encaminhamentos são fraudulentos para beneficiar uma elite muito bem treinada que tem todos os acessos possíveis, do contrário, suprimem os verdadeiros alunos com altas habilidades para serem alvos de exploração intelectual, devido a poucos recursos financeiros de proteção, que a alta sociedade controla para que esse público não tenha e continue a exploração intelectual que favorecem seus filhos e outros públicos, dentro de ambientes altamente controlados por homens de poder.Em Brasília tem surgido algumas instituições que acolhem esse público ou os pais recorrem a terapeutas ou profissionais especializados para desenvolver as habilidades e competências desses alunos. A escola pública tem acolhido algumas crianças com esse perfil, através de avaliações do modelo três anéis, mas a política atual tem fechado muitas escolas que atendem esse público, como uma repreensão a essa minoria.

4. Proposta de intervenção

Propostas concretas, viáveis e contextualizadas de ação pedagógica ou institucional

Proposta: O professor e a gestão teriam que adotar medidas de separação de alunos( não estou falando de exclusão, estou propondo seleção de alunos para terem um atendimento condizente com o perfil do público) com comportamentos diferenciados, como uma de suas responsabilidades, para realizar atendimentos específicos com o aluno, professor e família, propondo um provável encaminhamento para órgãos ou equipes neutras e especializadas na avaliação a curto ou a longo prazo. Atualmente, os alunos, simplesmente, passam de ano a ano, não são escutados e nem cuidados. Por fim, os estudantes ficam desestimulados por um contexto que boicota e controla esses estudantes pelo meio social que vive e até pela comunidade escolar, para não ocorrer grandes evoluções diferenciadas da maioria. Outros contextos adotam estratégias, como a exclusão, quando perdem o controle intelectual desse estudante, ou tentam igualar o conhecimento com toda a comunidade como algo comum e padronizado, passando a impressão que todos sabem fazer aquilo, sendo que nunca fizeram algo semelhante. Assim, muitos desses alunos, podem ter o destino para a psiquiatria e serem tachados como loucos e nunca mais se encontrarem, sendo mais um na multidão, que é uma ótima estratégia para a concorrência. Assim, o país pode perder pessoas importantes que seriam grande fator de mudança e de evolução social, por causa do ego e da ganância de uns. Outra proposta é que a identificação desses alunos deveriam estimular o investimento e o acessos desses alunos, em ambientes mais equilibrados para realizar um trabalho concreto em prol a si próprio e ao social.

Estratégias de enriquecimento curricular, flexibilização, mediação diferenciada, escuta ativa etc.

Primeira estratégia: Realizar avaliação, permitir que avance de ano e que possa até frequentar universidades, caso o aluno queira e se sinta bem emocionalmente em lidar com a situação.

Segunda estratégia: Proteção do público quando são alvos de bullying e exploração intelectual para favorecer a elite que gosta de mão de obra barata.

Terceira estratégia: Incluir na estrutura curricular atividades que sejam do seu interesse, podendo escolher as atividades a serem desenvolvidas e solicitar que desenvolvam pequenos projetos de acordo com a maturidade do aluno.

Quarta estratégia: realocar os alunos em salas de aulas (em alguns centros de cada RA) que tenham professores e equipes treinadas e focadas nesse público, com alunos com perfis semelhantes e sala reduzida, para evitar conflitos e propiciar ambiente que o aluno consiga evoluir mais e não ser constantemente agredido pelos pares que não compreende a situação do aluno diferenciado, ressaltando que agressividade a esse público feminino é grande, desde lixamento disfarçado, invasão da privacidade até o feminicídio, para obtenção de informações, concorrência ou exploração. Aqui não estou estimulando a exclusão e sim proteção, ressaltando que a violência no Brasil é muito grande contra esse público e contra a mulher, etc..

Quinta estratégia: Reuniões, palestras e terapias coletivas com o aluno e família, para escuta, além de realizar estratégias conjuntas, acompanhamentos, organização de rotinas e interesses, tanto na escola como em casa.

Sexta estratégia: Selecionar professores e terapeutas éticos, equilibrados, profissionais, que saibam lidar com a situação e queiram contribuir, não expondo o aluno ao ridículo, ao estresse, ao ambiente agressivo ou à padronização.

Sétima estratégia: Todo ano, a escola deveria fazer um levantamento de todas as séries e em todas as escolas, desde dos primeiros anos iniciais, para a verificação de possíveis AH/SH que necessitem de atendimento para que não sejam alvos do uso de medicamentos de forma desonesta.

Sugestão de articulação com a gestão escolar e/ou rede de apoio (AEE-AH/SD, SOE, famílias etc.)

A escola e a rede de apoio deveriam realizar acordos e parcerias para propor a realização de reuniões, palestras e terapias coletivas ou individuais com o aluno e família, para escuta, além de realizar estratégias conjuntas, acompanhamentos, organização de rotinas, metas e desenvolvimento de interesses, tanto na escola como em casa. É necessário propor incentivos para que os pais associam seus filhos nas instituições credenciadas às AH/SD.

5. Considerações finais

Síntese do aprendizado gerado pela reflexão

Aberturas para novas ações e formações futuras

Ao adentrar mais no assunto que tenho estudado e pesquisado, desde a época de estudante e aluna da psicologia e, atualmente, como profissional da psicologia e da pedagogia, comecei a analisar as estratégias e como os contextos agem e manipulam as informações que afetam esse público, tanto no consumo cultural de sites, livros, filmes, como aprendizados em curso e na sala de aula, além de ter tido experiências terapêuticas com esse público, dentro de atendimento clínicos de psicologia. O curso foi de grande importância e aprendizados ao perceber a evolução e a existência de outras abordagens nessa área, aumentando mais ainda o meu interesse pelo assunto ao perceber a relação do QI com a criatividade. Assim, é importante ressaltar a criação de uma rede entre escola-família-aluno-rede de apoio-órgãos externos e internacionais para a proteção desse grupo minoritário que tem sido desperdiçado na sociedade brasileira para favorecer grupos que são soberbos, imaturos, debochados, corruptos e fazem mau uso do dinheiro público e privado para benefício próprio ou de seu próprio grupo, com o mínimo de esforço, deixando a população e a educação na precariedade, enquanto seus filhos estudam no exterior ou roubam ideias alheias para enriquecerem suas pequenas comunidades. Enfim, precisamos de políticas públicas de proteção, pois a informação em mãos erradas e grupos manipuladores/predadores é um grande estrago social que interrompe o benefício ou a evolução social, além de apagar o que realmente está fazendo a diferença, desperdiçando e desmotivando essa minoria.

6. Referências

RANGNI, Rosemeire. Altas Habilidades/Superdotação – Temas para pesquisa e discussão, 2017, São Carlos, EduFSCar.OSHIMA, Flávia. O Brasil desperdiça seus talentos. Época | Vida. Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2021/06/15/busca-por-alunos-de-altas-habilidades-em-escolas-publicas-tenta-evitar-o-desperdicio-de-talentos.ghtml. Acesso em: 24, maio e 2025.PORTAL DA CÂMARA DOS DEPUTADOS. Especialista critica “invisibilidade” de alunos superdotados. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/403166-ESPECIALISTA-CRITICA-INVISIBILIDADE-DE-ALUNOS-SUPERDOTADOS . Acesso em: 24, maio de 2025.ALENCAR, E. M. L. S.; FLEITH, D. S. Superdotados: determinantes, educação e ajustamento. 2. ed. São Paulo: EPU, 2001.